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Amor Grand' Hotel

Roubei essa ideia do blog de uma amiga!!!
Arggggg.. preferia com acento...




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Café e Direito

Café e Direito! Meu blog está meio abandonado...muito Direito está me tirando o tempo do café! Sinto falta de escrever, mas não acho inspiração. Hoje estou um pouco inspirada para escrever nada. É nada. Talvez o nada represente uma calmaria ou quem sabe o cansaço. Se for o cansaço o nada deixa de ser a ausência pra se tornar o acumulo das coisas. Se for calmaria, também é muita coisa, pois pode ser plenitude. Não tenho tido grandes devaneios ultimamente apenas uma saudade. Tem dias que dá uma saudade de outros dias. Estou numa fase espectadora da minha própria vida, e isso é muito interessante. Me percebo como sujeito ativo nas minhas relações pessoais e profissionais           !me observo! Consigo me perceber interagindo com o mundo e ao mesmo tempo em que interajo aprecio minha atuação. Posso garantir que é fantástico. Tenho a nítida impressão de conseguir ler a alma humana, de saber quais as emoções que regem as pessoas a minha volta, quais suas...

Saramago

Segue mais um texto do Saramago, gosto muito da acidez que ele traz na escrita ;) Nem leis, nem justiça By José Saramago Em Portugal, na aldeia medieval de Monsaraz, há um fresco alegórico dos finais do século XV que representa o Bom Juiz e o Mau Juiz, o primeiro com uma expressão grave e digna no rosto e segurando na mão a recta vara da justiça, o segundo com duas caras e a vara da justiça quebrada. Por não se sabe que razões, estas pinturas estiveram escondidas por um tabique de tijolos durante séculos e só em 1958 puderam ver a luz do dia e ser apreciadas pelos amantes da arte e da justiça. Da justiça, digo bem, porque a lição cívica que essas antigas figuras nos transmitem é clara e ilustrativa. Há juízes bons e justos a quem se agradece que existam, há outros que, proclamando-se a si mesmos justos, de bons pouco têm, e, finalmente, não são só injustos como, por outras palavras, à luz dos mais simples critérios éticos, não são boa gente. Nunca houve uma idade de ouro para a ju...

O carro da História

Artigo: O carro da História Rio de Janeiro, 28/12/2010 - O artigo "O carro da História" é de autoria do presidente da OAB do Rio de Janeiro, Wadih Damous e foi publicado na edição de hoje (28) do jornal O Dia: "Completaram-se, este mês, 42 anos da edição do Ato Institucional nº 5, a permissão que o Estado brasileiro se autoconcedeu para perseguir, torturar e matar os opositores do regime ditatorial. Completaram-se também, este ano, 21 anos da primeira eleição direta para a Presidência da República, marco da retomada do caminho rumo ao Estado Democrático de Direito. Para os jovens, talvez uma eternidade de tempo que ficou para trás. De lá para cá, o país mudou, cresceu, redemocratizou-se, amadureceu. Assim como nossos vizinhos do continente. A diferença é que eles conseguiram encarar a face medonha de sua história, venceram o receio de contá-la, de dar nome aos seus atores, de ...